Estas 3 técnicas diferem em apenas alguns detalhes. Estas operações consistem em fazer um novo reservatório gástrico (estômago) pequeno (cerca de 30ml) e anastomosar (costurar) este reservatório e o intestino desviado não são retirados do organismo; ficam apenas excluídos do contato com alimentos. Desta maneira, a quantidade de alimentos ingeridos, assim como absorvida, é menor. Alguns cirurgiões preferem acrescentar um anel no final do reservatório gástrico para reduzir a passagem dos alimentos do estômago para o intestino.
Técnica mista, com predominância do fator restritivo. A quantidade de alimentos que a pessoa pode ingerir é bastante limitada.
A principal vantagem é a perda de peso adequada e duradoura em quase todos os pacientes.
Por ser um procedimento tecnicamente mais complexo, podem ocorrer várias complicações no pós-operatório imediato, como infecção, hérnia, e fístula (extravasamento do conteúdo do estômago ou intestino para a cavidade do abdômen ou para a pele).
As complicações tardias ocorrem em poucos pacientes. A maioria dos pacientes tem uma excelente qualidade de vida depois dos primeiros meses de operação.

|